Muitas vezes é preciso tomar grandes decisões. O Memória da Mídia foi uma delas.

Faço aqui um retrospecto para que entenda do que estou falando.

Eu prestava serviços de consultor, principalmente, dentro da área de comunicação. Em 2006, após longos anos trabalhando para outras empresas, criei a Francfort Comunicação – inicialmente um braço da CNC Brasil – Centro Nacional de Comunicações, empresa criada pela família em 1993.

A Francfort passaria a se voltar principalmente a projetos ligados à área artística, cultural e de pesquisa. Ela cresceu cada vez mais e com a possibilidade de reunir outros colaboradores, ganhando também um grande portfólio de clientes, de grande nível.

Por conta dos livros publicados, exposições, documentários (e programas especiais), como outros trabalhos ligados à memória da comunicação, sugeriram que eu criasse um blog dentro do site da Francfort. Até mesmo clientes passaram a entrar no site não apenas para ver a empresa, os serviços prestados, mas em grande parte pelos textos e pesquisas lançadas pelo blog. Foi junto de um grande salto na minha carreira como especialista no assunto. Passamos, eu e a Francfort – juntos ou separadamente -, a criarmos projetos até para cinema, teledramaturgia, como para grandes entidades culturais e conglomerados de comunicação.

Ganhando força, foi nascendo ainda sem grande formatação, bem embrionário, no início dos anos 2010, o Memória da Mídia. Uma reunião de todo aquele conteúdo e de muitas outras pesquisas geradas pelo acervo particular da Francfort – e dos Francfort, cuja história da mídia brasileira está intrinsicamente ligada desde a virada do século XIX para o XX.

Veio então a necessidade de crescer, de modernizar. Daí veio a difícil decisão: afinal, eu deveria divulgar nossos serviços ou priorizar um projeto que virou uma causa? A causa falou mais alto. Preservar a memória da mídia. Portanto se você entrar pelo site da empresa, pelo meu site pessoal (antes direcionado ao blog), todos se encontrarão no Memória da Mídia.

E a empresa? E o blog? Tudo estará aqui. Os serviços continuarão a ser prestados, mas a causa de preservar essa memória ficou em primeiro plano. Os trabalhos continuarão a vir, mas como consequência. Como assim? Apenas porque quando você tem uma causa para lutar, tudo flui, tudo vem.

Não adianta você ter a melhor das cabeças, o melhor corpo, sem que tenha algo para lutar: metas, sonhos. Eu acredito no que defendo aqui. É preciso ter um pé no futuro, mas ter bem preservado o passado para saber o que vale a pena manter ou o que não devemos mais apostar.

Aquele projeto hoje é algo muito maior. O Memória da Mídia promove trabalhos pela preservação de nossa história, possui parceiros do nosso meio, de profissionais a empresas. Todos estão conosco nessa causa.

Por isso convido a todos não só a conhecer mais o Memória da Mídia, mas também colaborarem com ele. Conto com o apoio de todos.

Um abraço e bom mergulho na memória das mídias. Que ele nos faça entender, cada vez mais, quem somos enquanto profissionais e a que viemos, destacando o papel da comunicação em nossas vidas.

Já agradeço por estarem aqui com a gente e também em nossas redes sociais!

Elmo Francfort
Diretor do Memória da Mídia

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